Burlão mau...e burlões bons!...
Artur Batista da Silva viu que tinha na comunicação social um fortíssimo mercado completamente disponível para adquirir as mais tontas teorias, desde que servissem a Agenda dos que se opõem ao Memorando da Troyka e às políticas nele consignadas.
Feitas as devidas apresentações, foi um sucesso de conferências, entrevistas, aparições. Um cartão da ONU e de Professor numa Universidade americana maximizavam o efeito devastador das suas teses na política governamental.
Alguém o conheceu na televisão e foi a desgraça. De grande guru passou rapidamente a grande falsário e burlão.
E a mesma comunicação social que o promoveu e distribuiu embevecida as suas teorias logo tratou de desfazer no personagem, mantendo todavia intacta a “verdade” das suas ideias.
Aliás, as mesmíssimas ideias que outros tantos e tantos, hora a hora, vão passando pelas nossas televisões, com as mesmas teses, preconceitos e juízos finais. Como urge preservar esses doutrinadores, mata-se o personagem que apareceu do nada e não fazia parte da nomenklarura.
Afinal, a grande burla é a do cartão. Porque a burla da mensagem tem que ser preservada. Custe o que custar.
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