quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Burlão mau...e burlões bons!...

Artur Batista da Silva viu que tinha na comunicação social um fortíssimo mercado completamente disponível para adquirir as mais tontas teorias, desde que servissem a Agenda dos que se opõem ao Memorando da Troyka e às políticas nele consignadas.

Feitas as devidas apresentações, foi um sucesso de conferências, entrevistas, aparições. Um cartão da ONU e de Professor numa Universidade americana maximizavam o efeito devastador das suas teses na política governamental.
Alguém o conheceu na televisão e foi a desgraça. De grande guru passou rapidamente a grande falsário e burlão.
E a mesma comunicação social que o promoveu e distribuiu embevecida as suas teorias logo tratou de desfazer no personagem, mantendo todavia intacta a “verdade” das suas ideias.
Aliás, as mesmíssimas ideias que outros tantos e tantos, hora a hora, vão passando pelas nossas televisões, com as mesmas teses, preconceitos e juízos finais. Como urge preservar esses doutrinadores, mata-se o personagem que apareceu do nada e não fazia parte da nomenklarura.
Afinal, a grande burla é a do cartão. Porque a burla da mensagem tem que ser preservada. Custe o que custar. 

 

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