segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Um digno herdeiro de Sócrates

Há pouco ouvi o genial João Galamba, fiel depositário das crenças e das práticas do mais famoso estudante português em Paris, dizer que a maior parte da despesa pública corresponde a receita para o sector privado. Porém, o delfim socrático esqueceu-se de dizer que ‘despesa pública’ mais não é do que despesa feita, desde logo, com dinheiro retirado ao sector privado. Esta lógica ‘galambiana’ descreve muito bem a loucura permanente vivida durante os tempos de governação socialista e a incapacidade que esta gente tem para perceber a virtude que reside na liberdade de cada um fazer o que entende com o seu dinheiro, tomando as suas próprias decisões em vez de as colocar à consideração da vontade estatal.

Tiago Loureiro

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