ESTA NOTÍCIA NÃO DÁ PARA ACREDITAR
O jornal i, apresentava, na 1ª. página da edição desta manhã, a seguinte manchete:
Como durante o dia não foi feito qualquer desmentido, tomo a notícia como verdadeira. Não sou especialista em direito e muito menos um constitucionalista mas tenho alguma dificuldade em entender que os "serviços públicos podem contrair dívidas que não possam pagar".
Se o comum do cidadão tem a obrigação de pagar as dívidas contraídas, será que em democracia os políticos que, momentaneamente, desempenham funções públicas ficam isentos dessa obrigação?
Sinceramente, não quero acreditar que o actual PGR, por uma questão de "briga política" tenha tomado tal iniciativa mas, perante os caminhos que a democracia portuguesa está a tomar, já começo a a creditar em certas situações.
Já estou como, Vítor Correia, árbitro de futebol, numa entrevista na TV:
"Desde que vi um porco andar de bicicleta, já acredito em tudo".
NOTA - Vítor Correia referia-se ao "mundo" do futebol mas esta "visão" enquadra-se, muito bem, na vida política portuguesa.
Publicada por Lobo da Gardunha
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