Merci beaucoup, Socratéz!
Veio agora Marine le Pen, a líder do Front National, partido que obteve 13,6% dos votos na primeira volta das eleições legislativas francesas (contra 4,3% em 2007), afirmar que a "Espanha, Portugal... nunca reembolsarão os empréstimos".
Declaração dura, é certo, que alguns interpretarão mesmo como anti-Europeia. Pode até ser, mas afinal não é mais do que a merecida resposta ao descaramento de quem, como José Sócrates, anunciava ao Mundo, há pouco mais de 6 meses, que "Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei”.
Note-se que, se Sócrates assim estudou (deve ter sido com o amigo Arouca…, o tal gajo da vida porreiraça…), melhor o fez: realmente não é qualquer um que, em apenas 6 anos de governo, executa uma política cujo resultado é a duplicação da dívida pública (de 83 mil milhões de Euros para cerca de 170 mil milhões), desse modo atirando o próprio País para a bancarrota e a necessidade da ajuda externa.
Tipos como Sócrates, para além de legitimarem todos os extremismos, de darem cabo dos seus países e de comprometerem qualquer hipótese de ressurgimento Europeu, em vez de se andarem a passear na cidade luz como um qualquer ex-ditadorzeco africano, deviam ser presos pelo mal que fizeram aos povos que neles acreditaram e cujo futuro acabaram por roubar.
Quando hoje, compreensivelmente, tantos se queixam dos sacrifícios que o actual Governo é obrigado a impor aos Portugueses – diga-se que em cumprimento do Memorando de Entendimento que o anterior executivo do PS assinou com a Troika –, deviam antes ter bem presente o nome - e o cognome - do principal responsável pela actual situação de miséria nacional: Sócrates, o infame!
E deviam também nunca esquecer que, quando essa canalha voltar ao poder, logo tratará de desbaratar o que o País, com tanto esforço e sofrimento, está a agora alcançar para novamente voltar a ser livre, independente e progressivo
publicado por Rui Crull Tabosa
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