IDONEIDADE
Não há quem não saiba que a dona Gomes é completamente desaparafusada.
Adiantam-se as mais variadas explicações, desde a pura questão psiquiátrica a imaginativas histórias que terão a ver com frustrações pessoais da senhora, coisa que o IRRITADO jamais comentará.
Do seu tipo de comportamento houve notícias publicadas e não desmentidas acerca de uma fúria qualquer que terá levado a ilustre deputada a vias de facto com um seu vizinho e colega, conhecido diplomata.
São conhecidos os seus instintos persecutórios, sempre selectivos, certas desbocadas afirmações, um permanente desequilíbrio emocional, coisas que até o senhor Pinto de Sousa quis tornear, ao mandá-la bugiar para o Parlamento Europeu.
Ainda a procissão nem ao adro chegou e aí está ela a usar o seu histerismo persecutório. Como não arranjou bojarda nenhuma acerca de Passos Coelho, vai de invectivar a opinião pública com tresloucadas afirmações sobre Paulo Portas, “culpado” de ter metido na ordem as ordens do PS ao encomendar dois submarinos em vez de quatro. Já o senhor Pinto de Sousa tinha tentado virar o bico ao prego a este respeito, tentando mascarar as muitas dezenas de milhares de milhões que desbaratou com os “trocos” dos submarinos que o seu próprio partido decidira comprar.
Diz então a dona Gomes que o Dr. Portas (Paulo) não tem “idoneidade pessoal e política para se membro de um governo”.
Idoneidade? Que autoridade tem esta fulana para falar de idoneidade? Então o curso pirata do senhor Pinto de Sousa dava-lhe idoneidade? Então o Freeport dava-lhe idoneidade? E a cova da Beira? E o caso Figo? E a história da PT? E a da dona Guedes? E tudo o mais que por aí se viu sem que à dona Gomes tivesse dado qualquer espécie de histeria ou frenesi acerca da idoneidade do senhor Pinto de Sousa?
Maníaca perseguição selectiva? Com certeza. Ao ponto de dizer que o Dr. Portas (Paulo) teve não sei quê a ver com as histórias da Casa Pia? Valha-nos Santa Eleutéria!
Se o PS existisse como partido decente, retiraria imediatamente a confiança “política e pessoal” a esta criatura.
Mas o PS, como entidade “idónea”, não só desapareceu há anos, como começou já a dar sinais de não ter, sequer, a vergonha suficiente para querer voltar a sê-lo.
António Borges de Carvalho
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