quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Que diferença !

Mesmo sabendo que estamos a viver rodeados por um monte de imbecis, ainda somos por vezes surpreendidos.Vamos por partes.

Primeiro, vamos àqueles que nos envergonham pela ausência de respeito e consideração por quem lhes paga e lhes permite todo o conjunto de atropelos e abusos sobre o património comum que vão desbaratando sem controlo nem responsabilidade.

De entre eles, um homem já do passado e "meio passado" ao que parece.

Chama-se Almeida Santos.

Embora com mais idade, está agora ao nível de um Pinho ou de um Lino e mesmo muito perto de um Soares. Faz parte dos seniladores da Republica.

Esta gente assumiu que o País é deles.

Perderam o respeito pelo povo.

Dizem os maiores disparates e continuam a sorrir de forma superior, como que a apreciar o dislate, seguindo de braço dado com outro qualquer imbecil que está sempre por perto.

O mundo deles é a posta restante de um País, só que as sobras somos nós.São os defensores do "capanga mor", que na sua inconsciência assumida, lhes vai garantindo o estatuto e os proventos que ilegitimamente vão usufruindo, tal como aconteceu com a colocação de Pinho na Universidade de Colúmbia, a fim de garantir a j.socrates a possibilidade de um discurso, ainda por cima em mau Inglês.

Isso custou ao País quase 3 milhões de Euros. Uma afronta.De facto ninguém acredita que Pinho tenha alguma coisa para ensinar numa Universidade dos E.U.A. Este homem é um básico e embora simplista e simpático é por isso utilizado quando dá jeito.

Ele aceita isso tudo. Talvez porque também é amigo do Sebastião, esse mesmo que esteve na Universidade do Obama e que por isso o pôs a "regular" aí qualquer coisa. E de facto o homem é tão bom que desde então os petróleos nunca mais foram os mesmos. Os mais de 40.000 mil Euros que custa ao erário publico todos os meses, são mais que merecidos.

Não há duvida que esta gente projecta de forma superior a imagem do nosso País.

Hoje no entanto queremos focar Almeida Santos.

Teve o descaramento de dizer que "o Povo tem que sofrer tal como o governo também sofre". Isto demonstra uma senilidade galopante ou então pior, considera que somos todos parvos.

Mas talvez possa mesmo nem ser uma coisa nem outra.

É que esta gente convenceu-se que pode impunemente manipular a informação ou mesmo utilizá-la de forma descuidada, desde que na sua "cabecita" isso sirva para justificar a manutenção do Sistema Politico que apenas lhes serve a eles.

Estes são aqueles que se servem da Pátria, sem responsabilidade nem respeito, ao considerarem que um governo que mente, esbanja o erário publico e não cumpre nenhuma das funções básicas do contrato de governação estabelecido, sofre!

Isto é uma afirmação afrontosa e que fere a sensibilidade de qualquer cidadão.

E dizem isto quando vemos os responsáveis políticos a comprarem novas viaturas, aumentarem as despesas de representação, admitirem mais assessores e acima de tudo vermos as chamadas derrapagens financeiras provenientes do aumento significativo dos valores contratualizados para as obras publicas, que evidenciam corrupção ou incúria.

Daí resulta, isso sim, mais sofrimento para o Povo.Será possível internarem Almeida Santos ?

Vejamos agora o caso oposto.

Centro de Investigação Champalimaud.

Um projecto, um orçamento, uma realização.

Acordado o valor e assumido o prazo, a obra realizou-se.

Sem derrapagens, concluída em tempo e evidenciando um projecto cujas caracteristicas globais se afiguram de grande abrangência e superior interesse para o País.

Isto demonstra duas coisas.

Primeira, que é possível realizar grandes projectos, cumprindo prazos e mantendo custos se á frente dos mesmos estiverem pessoas capazes e responsáveis. Leonor Beleza demonstrou isso e envergonhou todos os políticos que têm passado pelo governo deste País.

Segundo, que temos que mudar o paradigma da função política.

As consequências gravosas que estamos a sentir, são resultantes da governação feita por gente incompetente e desresponsabilizada nas decisões que toma.

Se de facto sofressem as consequências, como seria aconselhável, este País seria outro.

Assim só sairemos da crise quando for possível pedir contas a quem nos governa.

Até lá, ainda iremos continuar a ouvir mais alguns almeidas.

Só que este País precisa é de uma grande varridela.

Publicada por Força Emergente

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